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Candidatos ao Senado por Mato Grosso em 2026: nomes, números e pesquisas

Atualizado em 23 de agosto de 2026. Mato Grosso tem 10 candidatos ao Senado nas eleições de 2026. Como duas cadeiras estão em disputa, cada eleitor poderá escolher dois nomes diferentes em 4 de outubro. Este guia reúne números, partidos, perfis, pesquisas e orientações para conferir as candidaturas nos canais oficiais.

Candidatos ao Senado por Mato Grosso em 2026 com fotos oficiais, nomes e números
Os dez candidatos ao Senado por Mato Grosso em 2026. Montagem: MT Mais Notícias. Fotos oficiais de candidatura reproduzidas a partir dos dados eleitorais do TSE.

Na prática, o eleitor mato-grossense terá uma decisão dupla. Não basta comparar partidos ou observar apenas quem aparece na primeira posição de uma pesquisa: é necessário analisar trajetória, propostas, alianças, suplentes e a capacidade de cada candidatura para representar o estado durante um mandato de oito anos.

Quem são os candidatos ao Senado por Mato Grosso em 2026?

A relação abaixo foi conferida nos registros eleitorais disponíveis em 23 de agosto. A situação jurídica de uma candidatura pode mudar até o julgamento definitivo pela Justiça Eleitoral. Por isso, o eleitor deve consultar o DivulgaCandContas do Tribunal Superior Eleitoral antes da votação.

Candidato Partido Número Perfil resumido
Carlos Fávaro PSD 555 Senador e produtor rural
Beny Godoy Agir 365 Comerciante
Antonio Galvan Avante 700 Agricultor e liderança do agro
Pedro Taques PSB 400 Advogado, ex-senador e ex-governador
Mauro Mendes União Brasil 444 Empresário e ex-governador
Margareth Buzetti PP 111 Empresária e senadora
Coronel Darwin Democrata 351 Policial militar
José Medeiros PL 222 Deputado federal e ex-senador
Janaína Riva MDB 150 Deputada estadual
Professor Nelson Ferreira Agir 360 Professor

Resposta rápida: os dois candidatos mais votados em todo o estado serão eleitos senadores por Mato Grosso. A disputa não tem segundo turno. O voto em um nome não obriga o eleitor a escolher outro candidato do mesmo partido ou da mesma coligação.

Como funciona a eleição para senador em 2026?

O Senado Federal possui 81 integrantes: três representantes para cada estado e para o Distrito Federal. A renovação ocorre alternadamente, elegendo-se um senador em uma eleição e dois na seguinte. Em 2026, Mato Grosso renovará duas das três cadeiras. Os mandatos duram oito anos.

Na urna eletrônica, o cargo de senador aparecerá duas vezes. O eleitor deverá digitar o número, conferir nome e fotografia e confirmar. Depois, repetirá o processo para o segundo voto. Os votos precisam ser destinados a candidatos diferentes; se o mesmo número for repetido, somente um voto será contabilizado para aquele candidato.

  • São dois votos para o Senado;
  • os votos devem ser dados a dois candidatos diferentes;
  • é permitido escolher candidatos de partidos distintos;
  • os dois mais votados vencem, sem segundo turno;
  • cada eleito assume com um primeiro e um segundo suplente registrados na chapa.

Perfil dos 10 candidatos ao Senado por MT

Carlos Fávaro (PSD) — número 555

Carlos Fávaro concorre pelo PSD com o número 555. Produtor rural, chegou ao Senado após a eleição de 2018 e consolidou presença na política nacional, ocupando também o Ministério da Agricultura. Sua candidatura busca associar experiência em Brasília, interlocução com o governo federal e ligação histórica com o agronegócio mato-grossense.

Para avaliar Fávaro, o eleitor deve observar sua atuação legislativa, os projetos apoiados, a destinação de recursos ao estado e os resultados de sua passagem pelo Executivo federal. Como candidato à continuidade, ele será cobrado pelo que realizou no mandato e por compromissos concretos para infraestrutura, crédito rural, logística, regularização fundiária e proteção ambiental. No registro consultado, a candidatura aparece em análise, situação comum nesta etapa do calendário eleitoral.

Beny Godoy (Agir) — número 365

Beny Godoy, também identificado como Benival Alves, disputa pelo Agir com o número 365. Comerciante, apresenta-se como alternativa fora do grupo de nomes que já ocuparam os principais cargos estaduais e federais. A candidatura tende a buscar espaço entre eleitores interessados em renovação e representação do setor produtivo urbano.

Em candidaturas com menor exposição, a comparação de propostas ganha importância especial. O eleitor pode verificar plano de atuação, experiência administrativa, composição da chapa e fontes de financiamento no sistema oficial do TSE. Também é recomendável acompanhar entrevistas e debates para identificar posições sobre reforma tributária, segurança pública, pacto federativo, educação e desenvolvimento regional. A presença de Godoy amplia a oferta de opções na disputa e exige atenção ao número correto, pois o Agir lança dois nomes ao Senado no estado.

Antonio Galvan (Avante) — número 700

Antonio Galvan concorre pelo Avante com o número 700. Agricultor e liderança ligada ao agronegócio, tornou-se conhecido por sua atuação em entidades de produtores e já disputou o Senado em 2022. Naquele pleito, recebeu mais de 337 mil votos, resultado que lhe dá uma base eleitoral conhecida para a campanha atual.

Galvan procura reforçar temas associados à produção rural, propriedade, infraestrutura e valores conservadores. O eleitor deve comparar essas bandeiras com propostas detalhadas para áreas que também passam pelo Senado, como orçamento, fiscalização do governo, nomeações para tribunais superiores e legislação nacional. Seu patrimônio declarado e os nomes dos suplentes estão disponíveis no DivulgaCandContas. Como em todos os casos, a informação oficial deve prevalecer sobre peças de propaganda e conteúdos sem autoria que circulam nas redes sociais.

Pedro Taques (PSB) — número 400

Pedro Taques disputa pelo PSB com o número 400. Advogado e ex-procurador da República, já foi senador e governador de Mato Grosso. Sua campanha parte de um elevado grau de conhecimento do eleitorado e de experiência tanto no Legislativo federal quanto no Executivo estadual.

O retorno de Taques à disputa nacional recoloca em debate seu legado nos cargos anteriores. A avaliação deve considerar projetos apresentados no Senado, decisões tomadas no governo estadual e propostas atualizadas para 2027 em diante. Segurança jurídica, combate à corrupção, contas públicas, educação e infraestrutura costumam aparecer associados à sua trajetória. O fato de já ter ocupado os dois postos mais relevantes da política estadual permite uma análise baseada em resultados verificáveis, não apenas em promessas. Pesquisas são um retrato momentâneo; debates e sabatinas podem alterar a percepção sobre candidaturas conhecidas.

Mauro Mendes (União Brasil) — número 444

Mauro Mendes concorre pelo União Brasil com o número 444. Empresário, ex-prefeito de Cuiabá e ex-governador, entra na disputa com ampla visibilidade estadual e uma estrutura política construída ao longo de mandatos executivos. Seu discurso tende a destacar gestão, investimentos, obras e equilíbrio fiscal.

Ao comparar Mauro com os concorrentes, o eleitor deve analisar indicadores de sua administração, prioridades de investimento e a forma como pretende transferir a experiência estadual para o Senado. A Casa participa da aprovação de leis, fiscaliza o Executivo e analisa autoridades, funções diferentes das exercidas por prefeito ou governador. A chapa registrou suplentes, que também merecem avaliação porque podem assumir o mandato em afastamentos temporários ou definitivos. Pesquisas divulgadas em 2026 colocaram Mauro entre os nomes mais competitivos, mas nenhuma sondagem substitui o resultado das urnas.

Margareth Buzetti (PP) — número 111

Margareth Buzetti disputa pelo Progressistas com o número 111. Empresária e senadora, assumiu a cadeira após ter sido eleita suplente na chapa de 2018. A experiência recente no Congresso oferece ao eleitor elementos para avaliar votos, projetos, participação em comissões e articulação por recursos para Mato Grosso.

Sua candidatura pode enfatizar empreendedorismo, ambiente de negócios, proteção às mulheres e desenvolvimento econômico. Para uma escolha informada, é importante consultar a produção legislativa e verificar como ela se posicionou em matérias nacionais de impacto para o estado. Também convém distinguir o trabalho parlamentar efetivamente realizado das mensagens publicitárias de campanha. A presença de uma mulher entre os nomes competitivos acrescenta o tema da representação feminina, ainda reduzida no Senado, mas gênero deve ser analisado junto com trajetória, propostas e compromissos públicos.

Coronel Darwin (Democrata) — número 351

Coronel Darwin é candidato pelo Democrata com o número 351. Policial militar, apresenta uma trajetória ligada à segurança pública e busca transformar a experiência na corporação em plataforma eleitoral. Temas como combate ao crime organizado, fronteira, proteção das cidades e valorização das forças de segurança devem ocupar espaço em sua campanha.

O Senado, porém, trata de uma agenda mais ampla. Por isso, eleitores interessados na candidatura também devem procurar propostas para saúde, educação, economia, meio ambiente e relações federativas. Outro ponto é verificar como as ideias para segurança respeitam as competências constitucionais da União e dos estados. A estreia ou a menor exposição em disputas majoritárias exige que a campanha apresente equipe, suplentes e metas mensuráveis. O registro eleitoral oferece dados pessoais, bens declarados e prestação de contas, úteis para uma análise objetiva.

José Medeiros (PL) — número 222

José Medeiros concorre pelo PL com o número 222. Deputado federal e ex-senador, possui experiência no Congresso e identificação com o campo conservador. Sua trajetória permite ao eleitor consultar votações, discursos, projetos e presença em comissões antes de decidir.

Medeiros tende a disputar o eleitorado de direita e a destacar segurança, liberdade econômica, fiscalização do governo e valores conservadores. A competição dentro desse campo político é um dos elementos centrais da eleição mato-grossense. Para além das alianças nacionais, vale verificar quais propostas têm impacto direto sobre Mato Grosso: BRs, ferrovias, fronteira, agronegócio, transferências federais, saúde regional e educação profissional. Como já exerceu o cargo, sua atuação anterior no Senado é uma referência concreta para avaliar consistência e capacidade de articulação.

Janaína Riva (MDB) — número 150

Janaína Riva é candidata pelo MDB com o número 150. Deputada estadual, construiu base política na Assembleia Legislativa e presença em diferentes regiões de Mato Grosso. Sua entrada na corrida ao Senado amplia a renovação geracional e coloca uma mulher entre os nomes apontados nas primeiras posições de levantamentos divulgados em 2026.

O eleitor pode examinar seus projetos estaduais, votações, atuação na fiscalização do governo e propostas para o mandato federal. É importante entender como bandeiras trabalhadas na Assembleia seriam levadas ao Congresso, onde a agenda inclui legislação nacional e decisões institucionais. Janaína também será avaliada por alianças, independência política e capacidade de representar municípios do interior. Uma pesquisa da Real Time Big Data divulgada em agosto indicou empate técnico entre ela e Mauro Mendes, considerando a margem de erro, mas o cenário permanece aberto.

Professor Nelson Ferreira (Agir) — número 360

Professor Nelson Ferreira disputa pelo Agir com o número 360. Professor da educação básica, representa uma candidatura com origem profissional diferente da maioria dos concorrentes. Educação, valorização docente, inclusão e oportunidades para jovens podem formar o eixo de sua apresentação ao eleitorado.

A candidatura enfrenta o desafio de ganhar visibilidade em um pleito dominado por políticos conhecidos. Debates, entrevistas e conteúdo digital serão importantes para que o público conheça suas propostas. O eleitor deve observar se há medidas viáveis, estimativa de recursos e articulação com as competências do Senado. Como o Agir também apresenta Beny Godoy, é essencial memorizar o número correto de cada nome. A pluralidade de perfis é saudável, mas a decisão precisa considerar preparo para um mandato longo e de alcance nacional.

O que mostram as pesquisas para o Senado em Mato Grosso?

As pesquisas eleitorais oferecem fotografias de momentos específicos, e não previsões definitivas. Um levantamento da Real Time Big Data, realizado entre 7 e 11 de agosto e divulgado pelo Poder360, mostrou Mauro Mendes com 27% e Janaína Riva com 25% em um cenário estimulado. Como a margem informada era de dois pontos percentuais, os dois apareciam tecnicamente empatados.

Outra pesquisa, do instituto MT Dados, coletada entre 12 e 17 de maio em 45 municípios, havia indicado Mauro com 39% na primeira opção; Janaína com 15%; José Medeiros com 8%; Carlos Fávaro com 7%; Pedro Taques com 4%; e Galvan com 2%. Na segunda opção, Janaína marcava 17%, Mauro 13%, Medeiros 10%, Taques 8%, Fávaro 5% e Galvan 4%. A amostra informada foi de 1.500 entrevistas presenciais, margem de três pontos e nível de confiança de 95%.

Os levantamentos não devem ser colocados lado a lado sem cuidado: datas, listas de candidatos, perguntas e métodos podem ser diferentes. A pesquisa de maio antecedeu a consolidação dos registros e, portanto, retrata uma fase anterior. Sempre confira contratante, tamanho da amostra, margem de erro, período de coleta e registro na Justiça Eleitoral.

O que faz um senador por Mato Grosso?

O senador representa o estado no Congresso. Além de votar projetos e emendas constitucionais, participa de decisões que não passam pela Câmara da mesma forma. Entre suas funções estão analisar indicações para o Supremo Tribunal Federal, tribunais superiores, Banco Central e embaixadas; autorizar operações financeiras; julgar autoridades em processos de responsabilidade; fiscalizar o governo e integrar comissões parlamentares de inquérito.

Para Mato Grosso, a atuação pode influenciar financiamento de rodovias e ferrovias, regras ambientais e fundiárias, política agrícola, segurança na fronteira, distribuição de recursos para saúde e educação e condições para investimentos. Ainda assim, um senador não executa obras diretamente. Ele legisla, fiscaliza, articula orçamento e representa interesses estaduais no plano federal.

Por que os suplentes também importam?

Cada candidato a senador registra dois suplentes. Eles não aparecem como opções separadas na urna, mas integram a chapa. O primeiro suplente assume em caso de licença, nomeação para ministério, renúncia, morte ou outra vacância. Se ele não puder assumir, a vaga passa ao segundo suplente.

Isso significa que o voto não escolhe apenas a figura principal. Antes de confirmar, consulte os nomes, trajetórias e partidos dos suplentes. Mato Grosso já viveu situações em que suplentes exerceram efetivamente o mandato. A composição da chapa revela alianças políticas, regionais e econômicas que podem influenciar a atuação futura.

Como comparar as candidaturas sem cair em desinformação?

  1. Confira o registro oficial: use o DivulgaCandContas para verificar número, partido, situação, suplentes, bens e prestação de contas.
  2. Leia propostas e histórico: compare ideias com votações e resultados de quem já ocupou cargo público.
  3. Observe a fonte: desconfie de prints sem link, vídeos recortados e mensagens que pedem compartilhamento urgente.
  4. Confira data e contexto: uma declaração antiga pode ser reutilizada como se fosse atual.
  5. Compare pesquisas registradas: metodologia e período de coleta são tão importantes quanto os percentuais.
  6. Considere os suplentes: eles podem exercer o mandato de oito anos.

Perguntas frequentes sobre a eleição ao Senado em MT

Quantos candidatos ao Senado há em Mato Grosso em 2026?

10 candidaturas registradas na lista consultada em 23 de agosto de 2026. Os processos estavam sujeitos à análise da Justiça Eleitoral.

Quantos senadores serão eleitos por Mato Grosso?

Serão eleitos dois senadores. Os dois candidatos mais votados em todo o estado conquistarão as vagas.

O eleitor pode votar duas vezes no mesmo candidato?

Não. Os dois votos precisam ser destinados a candidatos diferentes. A repetição do mesmo número não gera dois votos para o mesmo nome.

Posso votar em candidatos de partidos diferentes?

Sim. O eleitor pode combinar livremente dois candidatos de partidos distintos. Não há obrigação de votar na mesma legenda ou aliança.

Existe segundo turno para senador?

Não. A eleição é decidida em turno único, pela ordem de votação. Em 2026, os dois primeiros colocados serão eleitos.

Qual é a duração do mandato?

O mandato de senador dura oito anos. Por isso, analisar titulares e suplentes é uma decisão de longo prazo.

Onde consultar a situação atualizada dos candidatos?

No DivulgaCandContas do TSE e na página de Eleições 2026 do TRE-MT. Esses canais informam registros, julgamentos, contas, bens e composição das chapas.

Conclusão

A disputa pelas duas vagas de Mato Grosso no Senado reúne nomes experientes, parlamentares em atividade e candidaturas que buscam renovação. Mauro Mendes, Janaína Riva, Carlos Fávaro, José Medeiros, Pedro Taques, Margareth Buzetti, Antonio Galvan, Coronel Darwin, Beny Godoy e Professor Nelson Ferreira representam diferentes trajetórias e campos políticos.

A melhor escolha exige mais do que observar popularidade. Compare propostas, histórico, suplentes, capacidade de articulação e compromisso com os desafios concretos de Mato Grosso. Guarde os dois números, confira as fotos na urna e acompanhe eventuais mudanças na situação dos registros. Este conteúdo será atualizado quando houver novas decisões da Justiça Eleitoral ou pesquisas relevantes.

Fontes consultadas

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