
Mato Grosso fechou 2025 com 31,7 mil novas vagas formais e começou 2026 mantendo o ritmo: só em janeiro, o estado gerou 18.731 empregos com carteira assinada, a segunda maior geração de postos de trabalho do país, atrás apenas de Santa Catarina. Os números, divulgados pelo Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, confirmam um padrão que se repete mês após mês: é o agronegócio — e, dentro dele, a cadeia de frigoríficos, processamento de grãos e agroindústria — quem mais abre postos de trabalho no estado, seguido de perto pelo setor de serviços nas cidades maiores.
A pergunta “quais empresas mais empregam em Mato Grosso” não tem uma resposta única e definitiva, porque o Brasil não publica, todo ano, um ranking oficial de empresas por número de funcionários — o levantamento mais recente e individualizado desse tipo, feito pela Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), é de 2016. Mas é possível reconstruir esse retrato cruzando três tipos de dado públicos e atualizados: o saldo de empregos por setor (Caged), o tamanho e a força econômica das maiores empresas com atuação no estado (rankings de faturamento do agronegócio) e o comportamento da indústria mato-grossense como um todo (Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso, a Fiemt).
Índice
Resposta direta
Em Mato Grosso, o setor que mais gera empregos é o agropecuário, puxado por frigoríficos, usinas de etanol de milho e processamento de soja e algodão — em janeiro de 2026, a agropecuária sozinha respondeu por 10.074 das 18.731 vagas formais abertas no estado. Entre as empresas individuais, o levantamento mais recente disponível (RAIS 2016) aponta JBS, BRF e Marfrig como as maiores empregadoras privadas, enquanto o Grupo Amaggi lidera entre as companhias mato-grossenses por faturamento, ocupando a 9ª posição no ranking das 100 maiores empresas do agronegócio brasileiro.
O que os dados mais recentes do Caged mostram sobre o emprego em Mato Grosso
Em janeiro de 2026, Mato Grosso registrou 69.821 admissões contra 51.090 desligamentos, um saldo positivo de 18.731 postos de trabalho formais — crescimento de 1,9% no estoque total de vínculos empregatícios do estado, a maior taxa de crescimento proporcional entre todos os estados brasileiros naquele mês. Na comparação direta com janeiro de 2025, o avanço foi de 3,15%.
O resultado consolida um cenário que já vinha se desenhando ao longo de 2025: em julho daquele ano, o estado também ficou em 2º lugar no ranking nacional de geração de empregos, atrás apenas de São Paulo, com saldo de 9.540 vagas — um salto de 63,8% em relação a julho de 2024. Ao fechar o ano, Mato Grosso somou 31,7 mil empregos formais líquidos em 2025, um crescimento de 25% sobre o resultado de 2024 (25,4 mil vagas). Com isso, o estado também registrou, em 2025, a menor taxa de desemprego do país, segundo os mesmos levantamentos oficiais.
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Agropecuária dispara e lidera a criação de vagas
Os dados setoriais deixam claro qual atividade puxa esse desempenho. Em janeiro de 2026, a distribuição do saldo de empregos por setor em Mato Grosso foi a seguinte:
| Setor | Vagas geradas (jan/2026) |
|---|---|
| Agropecuária | 10.074 |
| Serviços | 5.074 |
| Construção civil | 1.637 |
| Indústria | 1.102 |
| Comércio | 844 |
A agropecuária respondeu, sozinha, por mais da metade do saldo total do mês. O padrão já havia aparecido com força em julho de 2025, quando o setor teve alta de 198% na geração de vagas em relação ao mesmo mês do ano anterior, contra crescimentos mais modestos em serviços, construção, indústria e comércio no mesmo período. Olhando o ano fechado de 2025, porém, o retrato setorial muda um pouco: no acumulado dos doze meses, o setor de serviços foi o que mais empregou, com 45,5% do saldo total (14,4 mil vagas), seguido da agropecuária, com 19,5% (6,2 mil vagas), comércio (13,7%), indústria (13,2%) e construção civil (8%).
Análise: essa aparente contradição entre “a agropecuária lidera em meses específicos” e “os serviços lideram no acumulado do ano” tem explicação simples: o agronegócio em Mato Grosso é fortemente sazonal, concentrando contratações em períodos de plantio, colheita e safra, enquanto os serviços mantêm um ritmo de contratação mais constante ao longo dos doze meses, sustentado sobretudo pelas cidades maiores, como a capital Cuiabá.
Indústria: o motor estrutural por trás do emprego mato-grossense
Se o olhar for para o estoque total de empregos — e não apenas para o saldo mensal de novas vagas —, a indústria aparece como o segundo maior empregador formal do estado, atrás somente da agropecuária. Segundo o Anuário da Indústria de Mato Grosso 2026, publicado pela Fiemt em julho de 2026, o setor industrial já emprega 211.715 pessoas no estado, um crescimento de 36% em relação a 2020, quando eram 155.285 trabalhadores formais.
O número de estabelecimentos industriais também cresceu de forma expressiva: são hoje 16.890 indústrias em atividade no estado, um avanço de 56,4% frente aos 10.800 estabelecimentos registrados em 2019. Atualmente, a indústria responde por 22% de todo o emprego formal gerado em Mato Grosso.
Parte desse crescimento está associada a programas de incentivo fiscal, como o Prodeic (Programa de Desenvolvimento Industrial, Comercial e de Serviços de Mato Grosso), que costuma vincular benefícios tributários estaduais à manutenção e à geração de postos de trabalho pelas empresas beneficiadas. Segundo o próprio Anuário da Fiemt, as companhias participantes do Prodeic somavam 80.483 empregados em 2025, contra 59.942 em 2020 — alta de 34,3% no período, um ritmo de crescimento até superior ao da indústria mato-grossense como um todo (36% entre 2020 e 2026, mas em um intervalo um ano mais longo).
Quais indústrias mais empregam
O Anuário da Fiemt aponta como principais setores industriais empregadores em Mato Grosso:
- Frigoríficos (abate e processamento de carne bovina, suína e de aves);
- Usinas de etanol de milho;
- Processamento de soja;
- Processamento de algodão;
- Indústria de alimentos em geral.
Em janeiro de 2026, dentro do saldo de 1.102 vagas geradas pela indústria, a fabricação de alimentos foi a atividade que mais contratou, com 579 postos — coerente com o peso histórico dos frigoríficos e da agroindústria de alimentos na economia do estado.
Quem são as maiores empresas em atuação no estado
Como o Brasil não divulga anualmente um ranking oficial de empresas por número de funcionários, uma forma complementar de identificar os grandes empregadores é observar as maiores companhias por faturamento com sede ou forte atuação em Mato Grosso. No ranking das 100 maiores empresas do agronegócio brasileiro (dados de faturamento de 2023), cinco companhias mato-grossenses aparecem na lista:
| Empresa | Posição no ranking nacional | Setor | Receita (2023) |
|---|---|---|---|
| Grupo Amaggi | 9º | Produção e comercialização de grãos, alimentos | R$ 44,87 bilhões |
| Agrícola Alvorada | 26º | Comércio e trading de insumos agrícolas | R$ 8,7 bilhões |
| FS Bioenergia | 32º | Agroenergia (etanol de milho) | R$ 8,07 bilhões |
| Agro Amazônia | 54º | Comércio de insumos e maquinário agrícola | R$ 4,94 bilhões |
| Fiagril | 55º | Trading de grãos e produção de biodiesel | R$ 4,94 bilhões |
Análise: faturamento não é a mesma coisa que número de empregos — uma empresa de trading pode movimentar bilhões de reais com um quadro de funcionários relativamente enxuto, enquanto um frigorífico, por natureza intensivo em mão de obra, emprega milhares de pessoas com um faturamento proporcionalmente menor. Por isso, esse ranking mostra o peso econômico das companhias mato-grossenses, mas não substitui um levantamento específico de postos de trabalho por empresa.
E por número de funcionários? O retrato mais recente disponível
Para a pergunta mais direta — quais empresas empregam mais pessoas, uma a uma —, o levantamento público mais recente e individualizado é da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), do Ministério do Trabalho e Emprego, com dados de 2016. Não é um retrato atual, mas segue sendo a referência mais granular disponível publicamente e ajuda a entender o padrão que, segundo os dados setoriais mais recentes da própria indústria, se manteve e se intensificou nos anos seguintes.
| Posição (RAIS 2016) | Empresa | Funcionários | Setor |
|---|---|---|---|
| 1ª | JBS | ≈ 5.000 | Frigorífico (bovinos) |
| 2ª | BRF | ≈ 4.800 | Frigorífico (aves e suínos) |
| 3ª | Energisa | ≈ 2.400 | Energia elétrica |
| 4ª | Marfrig | ≈ 1.799 | Frigorífico (bovinos) |
| 5ª | Guanabara Agrícola | ≈ 1.600 | Cultivo de cana-de-açúcar |
Somadas, as três frigoríficas do topo da lista — JBS, BRF e Marfrig — respondiam por 11.594 empregos diretos em Mato Grosso naquele levantamento. Dado que o setor industrial do estado cresceu 36% em número de empregados desde 2020, e que frigoríficos e agroindústria de alimentos seguem entre as atividades que mais contratam, é razoável dizer que essas mesmas companhias continuam entre as maiores empregadoras privadas do estado — sem que isso, no entanto, seja confirmado por um levantamento individualizado mais recente.
Por que os frigoríficos e o agronegócio concentram tantos empregos
A resposta está na estrutura da economia mato-grossense. O estado é o maior produtor de soja, milho e algodão do Brasil e mantém um dos maiores rebanhos bovinos do país, o que naturalmente atrai e sustenta uma cadeia industrial voltada ao processamento desses produtos — frigoríficos para o gado, esmagadoras e tradings para a soja, usinas para o etanol de milho e beneficiadoras para o algodão. Diferentemente de atividades como mineração ou tecnologia, o processamento de alimentos e commodities agrícolas é intensivo em mão de obra em praticamente toda a cadeia: do abate à embalagem, da logística ao controle de qualidade.
Esse desenho explica também por que a geração de empregos no estado é tão sazonal: picos de contratação acompanham as janelas de plantio e colheita da soja e do milho, além dos ciclos de abate, que se intensificam em determinados períodos do ano.
Cidades do interior lideram a geração de vagas
O impacto dessa concentração setorial aparece com clareza no recorte por cidade. Em janeiro de 2026, os municípios que mais geraram empregos formais em Mato Grosso foram:
| Cidade | Vagas geradas (jan/2026) |
|---|---|
| Cuiabá | 2.401 |
| Sorriso | 1.377 |
| Sinop | 1.220 |
| Lucas do Rio Verde | 859 |
| Rondonópolis | 773 |
Com exceção da capital Cuiabá — cujo desempenho reflete principalmente o setor de serviços —, todas as demais cidades do topo da lista são polos do agronegócio no norte e no médio-norte do estado, região concentradora da produção de soja e milho. O mesmo padrão já havia aparecido em julho de 2025, quando municípios como Sapezal, Lucas do Rio Verde, Campo Verde e Campo Novo do Parecis — todos fortemente dependentes da produção agrícola — figuraram entre os que mais criaram vagas no país.
Para quem mora nessas cidades, o resultado prático é um mercado de trabalho aquecido, mas também mais dependente do calendário agrícola: safras melhores tendem a significar mais contratações diretas e indiretas — no campo, nos frigoríficos, no comércio e nos serviços de apoio —, enquanto safras mais fracas ou quedas nos preços das commodities tendem a esfriar esse ritmo com mais intensidade do que em economias menos concentradas.
Essa concentração também ajuda a explicar por que o crescimento do número de estabelecimentos industriais em Mato Grosso — os 16.890 registrados atualmente, ante 10.800 em 2019 — não se distribui de forma uniforme pelo mapa do estado. Municípios como Sorriso, Sinop, Lucas do Rio Verde e Campo Novo do Parecis concentram boa parte das novas plantas de processamento de grãos e das usinas de etanol de milho instaladas nos últimos anos, o que os transforma em polos de emprego industrial mesmo tendo população muito menor do que a da capital.
O que dizem as autoridades e entidades do setor
Silvio Rangel, presidente do Sistema Fiemt, destacou o resultado industrial do estado ao comentar os números de geração de empregos no início de 2026, associando o desempenho ao crescimento sustentado do parque industrial mato-grossense nos últimos anos. Anderson Lombardi, secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico em exercício, afirmou que os resultados “refletem uma economia forte e dinâmica, capaz de continuar gerando oportunidades” para a população do estado.
Já Wenceslau Júnior, presidente da Fecomércio-MT, ao comentar o fechamento de 2025, disse que “o cenário confirma um ciclo consistente de expansão da economia de Mato Grosso”, apontando o setor de serviços como um mecanismo de multiplicação de renda dentro do estado — uma leitura baseada em dados do Instituto de Pesquisa da Fecomércio (IPF-MT), que analisa mensalmente os números do Novo Caged.
Comércio e serviços também crescem, mas em ritmo mais lento
Embora a agropecuária e a indústria concentrem a atenção quando o assunto é geração de vagas, comércio e serviços seguem crescendo em Mato Grosso, com sinais de aquecimento na renda gerada. Em 2025, o volume de vendas do comércio mato-grossense cresceu 3,3%, com receita 7,9% maior — o sétimo melhor resultado do país no setor —, enquanto os serviços tiveram alta de 4,9% em volume e 7,2% em receita. Ambos os números superaram a média nacional, que registrou crescimento de 1,6% em vendas e 6,4% em receita no comércio no mesmo período.
Esse desempenho ajuda a explicar por que os serviços, apesar de não liderarem o saldo mensal de vagas na maior parte dos meses analisados, respondem pela maior fatia do total de empregos gerados ao longo do ano fechado de 2025 — um reflexo do peso da capital e das cidades de médio porte na economia terciária do estado.
O que esperar para o restante de 2026
Com base no comportamento observado nos últimos dois anos, a expectativa das entidades do setor é de continuidade no ritmo de geração de empregos em Mato Grosso ao longo de 2026, sustentada especialmente pelo desempenho da safra de grãos e pela expansão contínua do parque industrial ligado ao agronegócio. Essa é, no entanto, uma expectativa baseada em tendência recente, não uma garantia: por depender fortemente de fatores externos — preços internacionais de commodities, custos de produção, condições climáticas da safra e o ritmo da economia nacional —, o mercado de trabalho mato-grossense tende a manter a mesma característica observada até aqui: crescimento consistente, mas com oscilações mais fortes do que a média nacional.
Infográfico: o retrato do emprego em Mato Grosso
COMO SE DISTRIBUI O EMPREGO EM MATO GROSSO
→ Estoque total de vínculos formais (jan/2026): 994.293 a 995.536, conforme o mês de referência
→ Setor que mais gera vagas em meses de safra: Agropecuária
→ Setor com maior estoque de empregos formais no ano fechado de 2025: Serviços (45,5% do saldo anual)
→ Segundo maior empregador setorial do estado: Indústria (22% do emprego formal, 211.715 trabalhadores)
→ Maiores empregadoras privadas conhecidas (RAIS 2016): JBS, BRF e Marfrig
| Indicador | Valor mais recente |
|---|---|
| Vagas formais criadas em janeiro de 2026 | 18.731 |
| Posição de MT no ranking nacional (jan/2026) | 2º lugar |
| Empregos formais criados em 2025 (total) | 31,7 mil |
| Trabalhadores na indústria mato-grossense | 211.715 |
| Estabelecimentos industriais em MT | 16.890 |
Perguntas frequentes
Qual é a empresa que mais emprega em Mato Grosso?
Não existe um levantamento público atualizado, empresa por empresa. O último dado individualizado (RAIS, 2016) apontava a JBS como a maior empregadora privada do estado, seguida por BRF, Energisa e Marfrig. Como o setor industrial cresceu 36% em número de empregados desde 2020, é provável que esse grupo de empresas continue entre as maiores, mas sem confirmação por um levantamento mais recente.
Qual setor mais gera empregos em Mato Grosso?
Depende do recorte de tempo. Em meses de safra, a agropecuária lidera com folga — em janeiro de 2026, respondeu por mais da metade das vagas criadas no estado. No acumulado do ano fechado de 2025, porém, o setor de serviços liderou, com 45,5% do saldo total de empregos.
Por que os frigoríficos empregam tanto em Mato Grosso?
Porque o estado tem um dos maiores rebanhos bovinos do Brasil e é o maior produtor de soja, milho e algodão do país, o que sustenta uma cadeia industrial de processamento de alimentos intensiva em mão de obra, do abate à logística.
Mato Grosso está gerando mais empregos que outros estados?
Sim, proporcionalmente. Em janeiro de 2026, Mato Grosso teve o maior crescimento percentual no estoque de empregos formais do país (1,9%), ficando atrás apenas de Santa Catarina em número absoluto de vagas.
Quais cidades de Mato Grosso mais geram empregos?
Além da capital Cuiabá, os municípios que mais criam vagas costumam ser polos do agronegócio, como Sorriso, Sinop, Lucas do Rio Verde, Rondonópolis, Sapezal, Campo Verde e Campo Novo do Parecis.
Quais são as maiores empresas de Mato Grosso por faturamento?
Entre as companhias mato-grossenses que aparecem no ranking das 100 maiores empresas do agronegócio brasileiro estão o Grupo Amaggi (9º lugar nacional), Agrícola Alvorada (26º), FS Bioenergia (32º), Agro Amazônia (54º) e Fiagril (55º).
A geração de empregos em Mato Grosso é estável ao longo do ano?
Não. O mercado de trabalho do estado é marcado por sazonalidade, com picos de contratação associados às janelas de plantio, colheita e abate, o que faz o saldo mensal de vagas variar mais do que em economias menos dependentes do agronegócio.
Conclusão
Os dados mais recentes do Caged confirmam que Mato Grosso segue entre os estados que mais geram emprego formal no Brasil, com destaque estrutural para a agropecuária e a indústria ligada ao processamento de commodities agrícolas — frigoríficos, usinas de etanol de milho e beneficiadoras de soja e algodão à frente desse movimento. Embora não exista, hoje, um ranking oficial e atualizado de empresas por número de funcionários, o cruzamento entre os dados setoriais mais recentes, o peso econômico de companhias como o Grupo Amaggi e o histórico conhecido de grandes frigoríficos como JBS, BRF e Marfrig aponta consistentemente na mesma direção: quem processa a produção agropecuária do estado é quem mais emprega.
Para quem vive em Mato Grosso, entender esse padrão ajuda a explicar por que cidades do interior ligadas ao agronegócio aparecem tão frequentemente no topo dos rankings de geração de vagas — e por que o ritmo de contratações no estado tende a acompanhar de perto o calendário e os resultados da safra nos próximos meses.

Jornalista da redação do MT Mais Notícias, portal de notícias de Mato Grosso com mais de 10 anos de existência. Contato: contato@mtmaisnoticias.com.br. Redação: Av. Miguel Sutil, 9300 – Santa Rosa, Cuiabá – MT.

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