Política – MT Mais Notícias https://mtmaisnoticias.com.br A notícia que Mato Grosso confere antes de acreditar Fri, 28 Aug 2026 21:06:48 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1 https://mtmaisnoticias.com.br/wp-content/uploads/2026/08/cropped-favicon-mp-mais-noticias-32x32.png Política – MT Mais Notícias https://mtmaisnoticias.com.br 32 32 Cenário Político MT: As principais movimentações das pré-candidaturas e alianças nas últimas 12 horas https://mtmaisnoticias.com.br/politica/cenario-politico-mt-articulacoes-e-aliancas-nas-ultimas-12h/ https://mtmaisnoticias.com.br/politica/cenario-politico-mt-articulacoes-e-aliancas-nas-ultimas-12h/#respond Fri, 28 Aug 2026 21:06:46 +0000 https://mtmaisnoticias.com.br/?p=255 Cenário Político MT: As principais movimentações das pré-candidaturas e alianças nas últimas 12 horas
Foto: arquivo Otoniel Rezende MT Mais Noticia

As últimas 12 horas no cenário político de Mato Grosso foram marcadas por intensas articulações de pré-candidatos ao Governo do Estado, ao Senado Federal e às vagas na Câmara dos Deputados e Assembleia Legislativa (ALMT), com foco no alinhamento de palanques e disputas internas de partidos.

1. Disputa pelo Governo de MT: Articulações no Palácio Paiaguás e oposição

O cenário para a sucessão estadual esquentou com novas reuniões de alinhamento partidário. O grupo situacionista intensificou conversas para consolidar a chapa majoritária, buscando manter o apoio da base aliada que reúne setores do agronegócio, comércio e servidores públicos.

Por outro lado, partidos de oposição realizaram encontros em Cuiabá para discutir nomes competitivos capazes de capitanear o palanque estadual, focando em pautas de infraestrutura regional, saúde pública e desenvolvimento social.

2. A corrida ao Senado: Vaga única acirra debate interno

Com a disputa por uma única vaga ao Senado Federal no horizonte eleitoral, lideranças de partidos de centro e direita em Mato Grosso travam conversas para evitar o fracionamento de votos. Nomes de forte apelo no setor produtivo do interior — especialmente de polos como Sinop, Sorriso e Rondonópolis — buscam garantir o apoio formal de grandes federações, enquanto lideranças da capital tentam viabilizar candidaturas focadas nos grandes centros urbanos.

3. Formação das chapas proporcionais na ALMT e Câmara dos Deputados

Nas últimas horas, os presidentes de diretórios estaduais focaram no cumprimento das cotas de gênero e na montagem final das nominais para deputados estaduais e federais:

  • Deputados Estaduais: Articulações para garantir a reeleição de parlamentares com forte base no interior e entrada de novos nomes vindos de câmaras municipais.
  • Deputados Federais: Disputa acirrada nos partidos majoritários para atingir o quociente eleitoral necessário para garantir cadeiras em Brasília.

Resumo do Cenário Político de MT

Cargo / EsferaFoco das Articulações (Últimas 12h)Principais Regiões e Setores Envolvidos
Governo do EstadoDefinição de alianças e consolidação da baseGrande Cuiabá e lideranças do interior
Senado FederalBusca por candidatura única no bloco governistaAgronegócio e municípios do Norte do Estado
Câmara / ALMTFinalização de nominatas e atendimento às cotasCuiabá, Várzea Grande e polos regionais

Leia Mais

Perguntas Frequentes (FAQ)

Qual é a principal pauta das reuniões partidárias no momento?

A consolidação de coligações para a chapa majoritária (Governo e Senado) e o preenchimento das nominatas para as vagas proporcionais de deputado federal e estadual.

Por que a disputa ao Senado está tão concorrida em Mato Grosso?

Por conta da limitação de vagas em disputa no ciclo eleitoral, o que força os partidos a negociarem intensamente para evitar a divisão da base de eleitores no Mato Grosso.

Conclusão: Movimentação decisiva nos bastidores

O afunilamento das conversas partidárias nas últimas horas mostra que o xadrez político mato-grossense entrou em fase decisiva. À medida que as definições de palanque avançam na capital e no interior, os pré-candidatos buscam firmar apoios estratégicos para garantir musculatura política e viabilidade eleitoral.

Qual pré-candidato ou região específica de Mato Grosso você gostaria de acompanhar com mais detalhes?

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Candidatos ao Senado por Mato Grosso em 2026: nomes, números e pesquisas https://mtmaisnoticias.com.br/politica/candidatos-ao-senado-por-mato-grosso-em-2026-nomes-numeros-e-pesquisas/ https://mtmaisnoticias.com.br/politica/candidatos-ao-senado-por-mato-grosso-em-2026-nomes-numeros-e-pesquisas/#respond Mon, 24 Aug 2026 00:37:23 +0000 https://mtmaisnoticias.com.br/?p=125 Atualizado em 23 de agosto de 2026. Mato Grosso tem 10 candidatos ao Senado nas eleições de 2026. Como duas cadeiras estão em disputa, cada eleitor poderá escolher dois nomes diferentes em 4 de outubro. Este guia reúne números, partidos, perfis, pesquisas e orientações para conferir as candidaturas nos canais oficiais.

Candidatos ao Senado por Mato Grosso em 2026 com fotos oficiais, nomes e números
Os dez candidatos ao Senado por Mato Grosso em 2026. Montagem: MT Mais Notícias. Fotos oficiais de candidatura reproduzidas a partir dos dados eleitorais do TSE.

Na prática, o eleitor mato-grossense terá uma decisão dupla. Não basta comparar partidos ou observar apenas quem aparece na primeira posição de uma pesquisa: é necessário analisar trajetória, propostas, alianças, suplentes e a capacidade de cada candidatura para representar o estado durante um mandato de oito anos.

Quem são os candidatos ao Senado por Mato Grosso em 2026?

A relação abaixo foi conferida nos registros eleitorais disponíveis em 23 de agosto. A situação jurídica de uma candidatura pode mudar até o julgamento definitivo pela Justiça Eleitoral. Por isso, o eleitor deve consultar o DivulgaCandContas do Tribunal Superior Eleitoral antes da votação.

Candidato Partido Número Perfil resumido
Carlos Fávaro PSD 555 Senador e produtor rural
Beny Godoy Agir 365 Comerciante
Antonio Galvan Avante 700 Agricultor e liderança do agro
Pedro Taques PSB 400 Advogado, ex-senador e ex-governador
Mauro Mendes União Brasil 444 Empresário e ex-governador
Margareth Buzetti PP 111 Empresária e senadora
Coronel Darwin Democrata 351 Policial militar
José Medeiros PL 222 Deputado federal e ex-senador
Janaína Riva MDB 150 Deputada estadual
Professor Nelson Ferreira Agir 360 Professor

Resposta rápida: os dois candidatos mais votados em todo o estado serão eleitos senadores por Mato Grosso. A disputa não tem segundo turno. O voto em um nome não obriga o eleitor a escolher outro candidato do mesmo partido ou da mesma coligação.

Como funciona a eleição para senador em 2026?

O Senado Federal possui 81 integrantes: três representantes para cada estado e para o Distrito Federal. A renovação ocorre alternadamente, elegendo-se um senador em uma eleição e dois na seguinte. Em 2026, Mato Grosso renovará duas das três cadeiras. Os mandatos duram oito anos.

Na urna eletrônica, o cargo de senador aparecerá duas vezes. O eleitor deverá digitar o número, conferir nome e fotografia e confirmar. Depois, repetirá o processo para o segundo voto. Os votos precisam ser destinados a candidatos diferentes; se o mesmo número for repetido, somente um voto será contabilizado para aquele candidato.

  • São dois votos para o Senado;
  • os votos devem ser dados a dois candidatos diferentes;
  • é permitido escolher candidatos de partidos distintos;
  • os dois mais votados vencem, sem segundo turno;
  • cada eleito assume com um primeiro e um segundo suplente registrados na chapa.

Perfil dos 10 candidatos ao Senado por MT

Carlos Fávaro (PSD) — número 555

Carlos Fávaro concorre pelo PSD com o número 555. Produtor rural, chegou ao Senado após a eleição de 2018 e consolidou presença na política nacional, ocupando também o Ministério da Agricultura. Sua candidatura busca associar experiência em Brasília, interlocução com o governo federal e ligação histórica com o agronegócio mato-grossense.

Para avaliar Fávaro, o eleitor deve observar sua atuação legislativa, os projetos apoiados, a destinação de recursos ao estado e os resultados de sua passagem pelo Executivo federal. Como candidato à continuidade, ele será cobrado pelo que realizou no mandato e por compromissos concretos para infraestrutura, crédito rural, logística, regularização fundiária e proteção ambiental. No registro consultado, a candidatura aparece em análise, situação comum nesta etapa do calendário eleitoral.

Beny Godoy (Agir) — número 365

Beny Godoy, também identificado como Benival Alves, disputa pelo Agir com o número 365. Comerciante, apresenta-se como alternativa fora do grupo de nomes que já ocuparam os principais cargos estaduais e federais. A candidatura tende a buscar espaço entre eleitores interessados em renovação e representação do setor produtivo urbano.

Em candidaturas com menor exposição, a comparação de propostas ganha importância especial. O eleitor pode verificar plano de atuação, experiência administrativa, composição da chapa e fontes de financiamento no sistema oficial do TSE. Também é recomendável acompanhar entrevistas e debates para identificar posições sobre reforma tributária, segurança pública, pacto federativo, educação e desenvolvimento regional. A presença de Godoy amplia a oferta de opções na disputa e exige atenção ao número correto, pois o Agir lança dois nomes ao Senado no estado.

Antonio Galvan (Avante) — número 700

Antonio Galvan concorre pelo Avante com o número 700. Agricultor e liderança ligada ao agronegócio, tornou-se conhecido por sua atuação em entidades de produtores e já disputou o Senado em 2022. Naquele pleito, recebeu mais de 337 mil votos, resultado que lhe dá uma base eleitoral conhecida para a campanha atual.

Galvan procura reforçar temas associados à produção rural, propriedade, infraestrutura e valores conservadores. O eleitor deve comparar essas bandeiras com propostas detalhadas para áreas que também passam pelo Senado, como orçamento, fiscalização do governo, nomeações para tribunais superiores e legislação nacional. Seu patrimônio declarado e os nomes dos suplentes estão disponíveis no DivulgaCandContas. Como em todos os casos, a informação oficial deve prevalecer sobre peças de propaganda e conteúdos sem autoria que circulam nas redes sociais.

Pedro Taques (PSB) — número 400

Pedro Taques disputa pelo PSB com o número 400. Advogado e ex-procurador da República, já foi senador e governador de Mato Grosso. Sua campanha parte de um elevado grau de conhecimento do eleitorado e de experiência tanto no Legislativo federal quanto no Executivo estadual.

O retorno de Taques à disputa nacional recoloca em debate seu legado nos cargos anteriores. A avaliação deve considerar projetos apresentados no Senado, decisões tomadas no governo estadual e propostas atualizadas para 2027 em diante. Segurança jurídica, combate à corrupção, contas públicas, educação e infraestrutura costumam aparecer associados à sua trajetória. O fato de já ter ocupado os dois postos mais relevantes da política estadual permite uma análise baseada em resultados verificáveis, não apenas em promessas. Pesquisas são um retrato momentâneo; debates e sabatinas podem alterar a percepção sobre candidaturas conhecidas.

Mauro Mendes (União Brasil) — número 444

Mauro Mendes concorre pelo União Brasil com o número 444. Empresário, ex-prefeito de Cuiabá e ex-governador, entra na disputa com ampla visibilidade estadual e uma estrutura política construída ao longo de mandatos executivos. Seu discurso tende a destacar gestão, investimentos, obras e equilíbrio fiscal.

Ao comparar Mauro com os concorrentes, o eleitor deve analisar indicadores de sua administração, prioridades de investimento e a forma como pretende transferir a experiência estadual para o Senado. A Casa participa da aprovação de leis, fiscaliza o Executivo e analisa autoridades, funções diferentes das exercidas por prefeito ou governador. A chapa registrou suplentes, que também merecem avaliação porque podem assumir o mandato em afastamentos temporários ou definitivos. Pesquisas divulgadas em 2026 colocaram Mauro entre os nomes mais competitivos, mas nenhuma sondagem substitui o resultado das urnas.

Margareth Buzetti (PP) — número 111

Margareth Buzetti disputa pelo Progressistas com o número 111. Empresária e senadora, assumiu a cadeira após ter sido eleita suplente na chapa de 2018. A experiência recente no Congresso oferece ao eleitor elementos para avaliar votos, projetos, participação em comissões e articulação por recursos para Mato Grosso.

Sua candidatura pode enfatizar empreendedorismo, ambiente de negócios, proteção às mulheres e desenvolvimento econômico. Para uma escolha informada, é importante consultar a produção legislativa e verificar como ela se posicionou em matérias nacionais de impacto para o estado. Também convém distinguir o trabalho parlamentar efetivamente realizado das mensagens publicitárias de campanha. A presença de uma mulher entre os nomes competitivos acrescenta o tema da representação feminina, ainda reduzida no Senado, mas gênero deve ser analisado junto com trajetória, propostas e compromissos públicos.

Coronel Darwin (Democrata) — número 351

Coronel Darwin é candidato pelo Democrata com o número 351. Policial militar, apresenta uma trajetória ligada à segurança pública e busca transformar a experiência na corporação em plataforma eleitoral. Temas como combate ao crime organizado, fronteira, proteção das cidades e valorização das forças de segurança devem ocupar espaço em sua campanha.

O Senado, porém, trata de uma agenda mais ampla. Por isso, eleitores interessados na candidatura também devem procurar propostas para saúde, educação, economia, meio ambiente e relações federativas. Outro ponto é verificar como as ideias para segurança respeitam as competências constitucionais da União e dos estados. A estreia ou a menor exposição em disputas majoritárias exige que a campanha apresente equipe, suplentes e metas mensuráveis. O registro eleitoral oferece dados pessoais, bens declarados e prestação de contas, úteis para uma análise objetiva.

José Medeiros (PL) — número 222

José Medeiros concorre pelo PL com o número 222. Deputado federal e ex-senador, possui experiência no Congresso e identificação com o campo conservador. Sua trajetória permite ao eleitor consultar votações, discursos, projetos e presença em comissões antes de decidir.

Medeiros tende a disputar o eleitorado de direita e a destacar segurança, liberdade econômica, fiscalização do governo e valores conservadores. A competição dentro desse campo político é um dos elementos centrais da eleição mato-grossense. Para além das alianças nacionais, vale verificar quais propostas têm impacto direto sobre Mato Grosso: BRs, ferrovias, fronteira, agronegócio, transferências federais, saúde regional e educação profissional. Como já exerceu o cargo, sua atuação anterior no Senado é uma referência concreta para avaliar consistência e capacidade de articulação.

Janaína Riva (MDB) — número 150

Janaína Riva é candidata pelo MDB com o número 150. Deputada estadual, construiu base política na Assembleia Legislativa e presença em diferentes regiões de Mato Grosso. Sua entrada na corrida ao Senado amplia a renovação geracional e coloca uma mulher entre os nomes apontados nas primeiras posições de levantamentos divulgados em 2026.

O eleitor pode examinar seus projetos estaduais, votações, atuação na fiscalização do governo e propostas para o mandato federal. É importante entender como bandeiras trabalhadas na Assembleia seriam levadas ao Congresso, onde a agenda inclui legislação nacional e decisões institucionais. Janaína também será avaliada por alianças, independência política e capacidade de representar municípios do interior. Uma pesquisa da Real Time Big Data divulgada em agosto indicou empate técnico entre ela e Mauro Mendes, considerando a margem de erro, mas o cenário permanece aberto.

Professor Nelson Ferreira (Agir) — número 360

Professor Nelson Ferreira disputa pelo Agir com o número 360. Professor da educação básica, representa uma candidatura com origem profissional diferente da maioria dos concorrentes. Educação, valorização docente, inclusão e oportunidades para jovens podem formar o eixo de sua apresentação ao eleitorado.

A candidatura enfrenta o desafio de ganhar visibilidade em um pleito dominado por políticos conhecidos. Debates, entrevistas e conteúdo digital serão importantes para que o público conheça suas propostas. O eleitor deve observar se há medidas viáveis, estimativa de recursos e articulação com as competências do Senado. Como o Agir também apresenta Beny Godoy, é essencial memorizar o número correto de cada nome. A pluralidade de perfis é saudável, mas a decisão precisa considerar preparo para um mandato longo e de alcance nacional.

O que mostram as pesquisas para o Senado em Mato Grosso?

As pesquisas eleitorais oferecem fotografias de momentos específicos, e não previsões definitivas. Um levantamento da Real Time Big Data, realizado entre 7 e 11 de agosto e divulgado pelo Poder360, mostrou Mauro Mendes com 27% e Janaína Riva com 25% em um cenário estimulado. Como a margem informada era de dois pontos percentuais, os dois apareciam tecnicamente empatados.

Outra pesquisa, do instituto MT Dados, coletada entre 12 e 17 de maio em 45 municípios, havia indicado Mauro com 39% na primeira opção; Janaína com 15%; José Medeiros com 8%; Carlos Fávaro com 7%; Pedro Taques com 4%; e Galvan com 2%. Na segunda opção, Janaína marcava 17%, Mauro 13%, Medeiros 10%, Taques 8%, Fávaro 5% e Galvan 4%. A amostra informada foi de 1.500 entrevistas presenciais, margem de três pontos e nível de confiança de 95%.

Os levantamentos não devem ser colocados lado a lado sem cuidado: datas, listas de candidatos, perguntas e métodos podem ser diferentes. A pesquisa de maio antecedeu a consolidação dos registros e, portanto, retrata uma fase anterior. Sempre confira contratante, tamanho da amostra, margem de erro, período de coleta e registro na Justiça Eleitoral.

O que faz um senador por Mato Grosso?

O senador representa o estado no Congresso. Além de votar projetos e emendas constitucionais, participa de decisões que não passam pela Câmara da mesma forma. Entre suas funções estão analisar indicações para o Supremo Tribunal Federal, tribunais superiores, Banco Central e embaixadas; autorizar operações financeiras; julgar autoridades em processos de responsabilidade; fiscalizar o governo e integrar comissões parlamentares de inquérito.

Para Mato Grosso, a atuação pode influenciar financiamento de rodovias e ferrovias, regras ambientais e fundiárias, política agrícola, segurança na fronteira, distribuição de recursos para saúde e educação e condições para investimentos. Ainda assim, um senador não executa obras diretamente. Ele legisla, fiscaliza, articula orçamento e representa interesses estaduais no plano federal.

Por que os suplentes também importam?

Cada candidato a senador registra dois suplentes. Eles não aparecem como opções separadas na urna, mas integram a chapa. O primeiro suplente assume em caso de licença, nomeação para ministério, renúncia, morte ou outra vacância. Se ele não puder assumir, a vaga passa ao segundo suplente.

Isso significa que o voto não escolhe apenas a figura principal. Antes de confirmar, consulte os nomes, trajetórias e partidos dos suplentes. Mato Grosso já viveu situações em que suplentes exerceram efetivamente o mandato. A composição da chapa revela alianças políticas, regionais e econômicas que podem influenciar a atuação futura.

Como comparar as candidaturas sem cair em desinformação?

  1. Confira o registro oficial: use o DivulgaCandContas para verificar número, partido, situação, suplentes, bens e prestação de contas.
  2. Leia propostas e histórico: compare ideias com votações e resultados de quem já ocupou cargo público.
  3. Observe a fonte: desconfie de prints sem link, vídeos recortados e mensagens que pedem compartilhamento urgente.
  4. Confira data e contexto: uma declaração antiga pode ser reutilizada como se fosse atual.
  5. Compare pesquisas registradas: metodologia e período de coleta são tão importantes quanto os percentuais.
  6. Considere os suplentes: eles podem exercer o mandato de oito anos.

Perguntas frequentes sobre a eleição ao Senado em MT

Quantos candidatos ao Senado há em Mato Grosso em 2026?

10 candidaturas registradas na lista consultada em 23 de agosto de 2026. Os processos estavam sujeitos à análise da Justiça Eleitoral.

Quantos senadores serão eleitos por Mato Grosso?

Serão eleitos dois senadores. Os dois candidatos mais votados em todo o estado conquistarão as vagas.

O eleitor pode votar duas vezes no mesmo candidato?

Não. Os dois votos precisam ser destinados a candidatos diferentes. A repetição do mesmo número não gera dois votos para o mesmo nome.

Posso votar em candidatos de partidos diferentes?

Sim. O eleitor pode combinar livremente dois candidatos de partidos distintos. Não há obrigação de votar na mesma legenda ou aliança.

Existe segundo turno para senador?

Não. A eleição é decidida em turno único, pela ordem de votação. Em 2026, os dois primeiros colocados serão eleitos.

Qual é a duração do mandato?

O mandato de senador dura oito anos. Por isso, analisar titulares e suplentes é uma decisão de longo prazo.

Onde consultar a situação atualizada dos candidatos?

No DivulgaCandContas do TSE e na página de Eleições 2026 do TRE-MT. Esses canais informam registros, julgamentos, contas, bens e composição das chapas.

Conclusão

A disputa pelas duas vagas de Mato Grosso no Senado reúne nomes experientes, parlamentares em atividade e candidaturas que buscam renovação. Mauro Mendes, Janaína Riva, Carlos Fávaro, José Medeiros, Pedro Taques, Margareth Buzetti, Antonio Galvan, Coronel Darwin, Beny Godoy e Professor Nelson Ferreira representam diferentes trajetórias e campos políticos.

A melhor escolha exige mais do que observar popularidade. Compare propostas, histórico, suplentes, capacidade de articulação e compromisso com os desafios concretos de Mato Grosso. Guarde os dois números, confira as fotos na urna e acompanhe eventuais mudanças na situação dos registros. Este conteúdo será atualizado quando houver novas decisões da Justiça Eleitoral ou pesquisas relevantes.

Fontes consultadas

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Eleições 2026 em Mato Grosso: candidatos, pesquisas e como votar https://mtmaisnoticias.com.br/politica/eleicoes-2026-em-mato-grosso/ https://mtmaisnoticias.com.br/politica/eleicoes-2026-em-mato-grosso/#comments Sun, 23 Aug 2026 23:53:19 +0000 https://mtmaisnoticias.com.br/?p=120 As Eleições 2026 em Mato Grosso terão seis candidatos na disputa pelo Governo do Estado, conforme os pedidos de registro divulgados pela Justiça Eleitoral. O primeiro turno está marcado para 4 de outubro de 2026. Se nenhum concorrente alcançar mais da metade dos votos válidos, o segundo turno será realizado em 25 de outubro.

Este guia reúne, em linguagem clara e apartidária, os nomes dos candidatos, números de urna, partidos, candidatos a vice, trajetórias, calendário, serviços ao eleitor e orientações para consultar o local de votação. Também explica como interpretar pesquisas eleitorais e onde verificar informações oficiais antes de compartilhar conteúdos sobre a campanha.

Fotos oficiais dos seis candidatos ao Governo de Mato Grosso nas Eleições 2026
Candidatos ao Governo de Mato Grosso nas Eleições 2026: Wellington Fagundes, Natasha Slhessarenko, Rafaell Milas, Maurício Coelho, Otaviano Pivetta e Sargento Laudicério. Montagem: MT Mais Notícias. Fotos oficiais de candidatura reproduzidas a partir dos dados eleitorais/TSE.

Atualização: informações consultadas em 23 de agosto de 2026. Os pedidos de registro ainda podem sofrer alterações por decisões da Justiça Eleitoral. Esta página será atualizada sempre que houver mudança relevante.

Resumo das Eleições 2026 em Mato Grosso

Informação Dados principais
Primeiro turno 4 de outubro de 2026
Possível segundo turno 25 de outubro de 2026
Candidatos ao governo Seis pedidos de registro
Eleitorado em Mato Grosso Aproximadamente 2,63 milhões de pessoas
Municípios 141 municípios
Cargos em disputa Presidente, governador, senador, deputado federal e deputado estadual
Fonte oficial DivulgaCandContas do TSE

Quem são os candidatos ao Governo de Mato Grosso em 2026?

Os pedidos de candidatura divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral mostram uma disputa com perfis diferentes: políticos experientes, uma médica, empresários, um publicitário e um policial militar. A ordem abaixo é alfabética pelo nome de urna e não representa preferência, posição em pesquisa ou avaliação editorial.

Candidato Partido Número Vice Situação consultada
Maurício Coelho Mobiliza 33 Dr. Wagner Malheiros Registro em análise
Natasha Slhessarenko PSD 55 Diogo Botelho Registro em análise
Otaviano Pivetta Republicanos 10 Gisela Simona Registro em análise
Rafaell Milas Missão 14 Thales Sartorelo Registro em análise
Sargento Laudicério Agir 36 Alex Pucineli Registro em análise
Wellington Fagundes PL 22 Reinaldo Moraes Registro em análise

Maurício Coelho — Mobiliza, número 33

Maurício Coelho de Souza Junior concorre pelo Mobilização Nacional, o Mobiliza, com o número 33. Nascido em Itabira, Minas Gerais, tem 32 anos e declarou à Justiça Eleitoral a ocupação de empresário. O candidato a vice-governador é Wagner Marques Pereira Malheiros, apresentado na campanha como Dr. Wagner Malheiros.

Esta é a primeira candidatura de Maurício Coelho registrada nos dados eleitorais desde 1998. Sua chapa concorre de forma isolada. O patrimônio declarado soma aproximadamente R$ 2,16 milhões, concentrado principalmente em direito creditório relacionado à alienação de ativos e fundo de comércio, além de participações empresariais.

Por ser um nome menos conhecido do eleitorado estadual, a campanha tem o desafio de ampliar reconhecimento nos 141 municípios e apresentar propostas de maneira comparável às dos concorrentes mais experientes.

Natasha Slhessarenko — PSD, número 55

Natasha Slhessarenko Fraife Barreto, conhecida eleitoralmente como Doutora Natasha, é médica, nasceu em Cuiabá e concorre pelo Partido Social Democrático com o número 55. Aos 58 anos, é a única mulher entre os seis nomes registrados para o Governo de Mato Grosso.

O candidato a vice é Diogo Botelho, do PDT. A coligação “Mato Grosso para Todos” reúne PSD, PDT, PSB, Federação Brasil da Esperança — formada por PT, PCdoB e PV — e Federação PSOL/Rede. Segundo os dados eleitorais consultados, essa é a primeira candidatura de Natasha.

A candidata declarou patrimônio de aproximadamente R$ 7,34 milhões. Sua trajetória profissional na medicina tende a colocar saúde pública, atendimento regional e políticas sociais entre os temas de maior cobrança durante debates e entrevistas.

Otaviano Pivetta — Republicanos, número 10

Otaviano Olavo Pivetta é o atual governador de Mato Grosso e disputa pelo Republicanos com o número 10. Nascido em Caiçara, no Rio Grande do Sul, tem 67 anos e construiu parte importante de sua trajetória política em Lucas do Rio Verde.

Seu histórico inclui mandatos de prefeito, deputado estadual e vice-governador. Ele assumiu o Palácio Paiaguás após a saída de Mauro Mendes para disputar o Senado. A candidata a vice é Gisela Simona, do União Brasil. A coligação “Mato Grosso Não Pode Parar” reúne Republicanos, Federação PSDB/Cidadania, Federação União Progressista e Podemos.

Pivetta declarou cerca de R$ 575,68 milhões em patrimônio, o maior valor entre os candidatos ao governo no estado. A campanha deverá ser avaliada tanto pelas propostas futuras quanto pelos resultados, investimentos e problemas da administração em andamento.

Rafaell Milas — Missão, número 14

Rafaell Milas de Oliveira é publicitário, podcaster e presidente estadual do Partido Missão. Nascido em Umuarama, no Paraná, tem 43 anos, reside em Cuiabá e concorre com o número 14. O vice é o empresário Thales Sartorelo, também filiado ao Missão.

A chapa participa de forma isolada. Milas construiu atuação ligada à comunicação política e ao Movimento Brasil Livre. Em sua apresentação pública, defende renovação, redução da carga tributária, combate a privilégios e enfrentamento à corrupção. As propostas formais devem ser verificadas no plano de governo entregue ao TSE.

Como candidato de uma legenda recentemente criada, sua campanha enfrenta o desafio de apresentar o partido ao eleitor e transformar visibilidade digital em presença territorial no interior de Mato Grosso.

Sargento Laudicério — Agir, número 36

Laudicerio Aguiar Machado, nome de urna Sargento Laudicério, é policial militar e concorre pelo Agir com o número 36. Nascido em Cuiabá, tem 47 anos e formação superior completa. O vice é Alex Pucineli, também do Agir.

Laudicério já disputou eleições para deputado federal, deputado estadual e vereador de Cuiabá. Em 2022, obteve 4.254 votos para deputado estadual; em 2024, recebeu 171 votos na disputa municipal. No pedido de registro de 2026, não declarou bens à Justiça Eleitoral.

A experiência profissional na Polícia Militar tende a dar peso aos debates sobre segurança pública, combate às facções, sistema prisional, fronteira e proteção das cidades do interior.

Wellington Fagundes — PL, número 22

Wellington Antonio Fagundes nasceu em Rondonópolis, tem 69 anos e é médico veterinário. Senador por Mato Grosso, concorre ao governo pelo Partido Liberal com o número 22. O candidato a vice é Reinaldo Gomes de Moraes, do Novo.

A coligação reúne PL, MDB, Novo e Federação Renovação Solidária, formada por PRD e Solidariedade. Fagundes acumula uma das trajetórias eleitorais mais longas da disputa: foi deputado federal, candidatou-se à Prefeitura de Rondonópolis, venceu eleições para o Senado e disputou o Governo de Mato Grosso em 2018.

Por já ocupar mandato nacional, o candidato deverá ser questionado sobre articulação em Brasília, infraestrutura, rodovias federais, logística do agronegócio, saúde e execução de recursos destinados aos municípios.

O que mostram as pesquisas eleitorais em Mato Grosso?

Pesquisa do instituto MT Dados, registrada sob o número MT-03773/2026, ouviu 1.500 eleitores presencialmente em 45 municípios entre 12 e 17 de maio. A margem de erro informada é de três pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.

Em um dos cenários estimulados, Wellington Fagundes aparecia com 27%, Otaviano Pivetta com 20%, Jaime Campos com 14% e Natasha Slhessarenko com 7%. Entretanto, Jaime Campos não consta na lista atual de seis pedidos de registro para governador. Portanto, essa sondagem retrata um momento anterior à definição das candidaturas e não deve ser interpretada como fotografia atual da disputa.

Ao analisar qualquer pesquisa, observe:

  • data da coleta, e não apenas a data da publicação;
  • lista de candidatos testada em cada cenário;
  • tamanho e distribuição geográfica da amostra;
  • margem de erro e nível de confiança;
  • empresa contratante e número de registro no TSE;
  • percentual de indecisos, votos brancos e nulos.

Pesquisas medem intenção de voto no período em que as entrevistas foram realizadas. Elas não são previsão definitiva do resultado.

Quais temas devem dominar a campanha em Mato Grosso?

Embora cada candidatura tenha prioridades próprias, alguns assuntos atravessam praticamente todas as regiões do estado. O primeiro é a infraestrutura logística. Mato Grosso lidera a produção nacional de grãos, possui municípios muito distantes dos grandes centros consumidores e depende de rodovias, ferrovias, armazéns e terminais eficientes para escoar a safra. O eleitor deve observar se as propostas apresentam obras, fontes de financiamento, prazos e divisão de responsabilidade entre Estado, União e iniciativa privada.

A saúde regionalizada também deve ocupar os debates. Moradores do interior frequentemente precisam viajar para Cuiabá ou outros polos em busca de exames, cirurgias e atendimento especializado. Promessas de novos hospitais precisam ser acompanhadas de informações sobre equipes, custeio, regulação de vagas, transporte sanitário e manutenção.

Na segurança pública, os candidatos serão cobrados sobre facções criminosas, violência contra a mulher, fronteira, crimes rurais, efetivo policial, inteligência e sistema penitenciário. Propostas consistentes devem apresentar medidas preventivas, integração entre órgãos e indicadores que permitam avaliar resultados.

Outros eixos relevantes incluem:

  • Educação: alfabetização, ensino integral, formação profissional e valorização dos servidores;
  • Meio ambiente: incêndios florestais, desmatamento, proteção do Pantanal, Cerrado e Amazônia;
  • Economia: industrialização da produção, atração de investimentos e apoio às pequenas empresas;
  • Habitação: regularização fundiária, saneamento e moradia popular;
  • Desigualdade regional: acesso a serviços nos municípios pequenos e comunidades afastadas;
  • Reforma tributária: possíveis efeitos da transição do ICMS para o IBS sobre a receita estadual.

A comparação mais útil não é apenas identificar quem promete mais. É verificar se o plano apresenta diagnóstico, meta mensurável, orçamento estimado, prazo e órgão responsável.

Quem são os candidatos ao Senado por Mato Grosso?

Além do governador, o eleitor escolherá dois senadores. Na consulta feita aos dados divulgados a partir do TSE, apareciam dez pedidos de registro para o Senado: Carlos Fávaro, Benival Alves, Antônio Galvan, Pedro Taques, Mauro Mendes, Margareth Busetti, Darwin Germano, José Medeiros, Janaína Riva e Nelson Ferreira Junior.

Essa lista também pode mudar em razão do julgamento dos registros. Como cada eleitor terá direito a dois votos, campanhas para o Senado podem adotar estratégias diferentes das usadas na eleição para governador. Alianças estaduais não significam necessariamente que todos os eleitores de uma chapa escolherão os mesmos dois nomes.

O senador tem mandato de oito anos e participa da aprovação de leis federais, indicação de autoridades, julgamento de determinadas autoridades e fiscalização do Poder Executivo. Também atua na discussão do orçamento e na articulação de investimentos para o estado. Ao comparar candidatos, vale examinar presença legislativa, projetos apresentados, posicionamentos, frequência e coerência entre discurso e atuação pública.

Como comparar os planos de governo sem cair em propaganda?

Os planos registrados no TSE são documentos públicos e constituem um bom ponto de partida, mas precisam ser lidos com senso crítico. Alguns apresentam metas detalhadas; outros usam conceitos genéricos. O eleitor pode criar uma tabela própria e comparar cada proposta pelos mesmos critérios.

Critério Pergunta que o eleitor deve fazer
Problema O plano explica a dimensão real do desafio?
Meta Existe um resultado numérico ou verificável?
Prazo A entrega está prevista para qual ano do mandato?
Orçamento A proposta indica origem do dinheiro?
Competência A medida depende do governador ou de outro poder?
Transparência O resultado poderá ser acompanhado pela sociedade?

Também é importante distinguir uma promessa estadual de uma atribuição federal ou municipal. O governador administra a rede estadual de ensino, hospitais e unidades estaduais, polícias Civil e Militar, rodovias estaduais e diversas políticas de desenvolvimento. Já temas como legislação penal, grandes rodovias federais e benefícios nacionais dependem diretamente da União e do Congresso.

Calendário eleitoral: datas que o eleitor deve acompanhar

Com as candidaturas registradas, a campanha passa a uma fase de maior exposição nas ruas, na imprensa e nas redes sociais. O horário eleitoral gratuito, debates e divulgação de pesquisas ajudam o eleitor a conhecer os nomes, mas também aumentam a circulação de publicidade e conteúdos enganosos.

As duas datas centrais são 4 de outubro, primeiro turno, e 25 de outubro, eventual segundo turno. Prazos relacionados ao e-Título, transferência temporária, justificativa e regularização devem ser confirmados diretamente no calendário da Justiça Eleitoral, pois cada serviço possui regras específicas.

O eleitor pode acompanhar registros, substituições, renúncias, decisões judiciais e prestação de contas pelo DivulgaCandContas. Já denúncias de propaganda irregular podem ser encaminhadas pelos canais oficiais indicados pelo TRE-MT, incluindo as ferramentas disponibilizadas pela Justiça Eleitoral.

Quais cargos estarão em disputa?

O eleitor mato-grossense escolherá representantes para cinco cargos. A ordem prevista na urna deve ser observada com atenção:

  1. Deputado federal: representa Mato Grosso na Câmara dos Deputados.
  2. Deputado estadual: atua na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.
  3. Senador: em 2026, o eleitor votará em dois nomes para o Senado.
  4. Governador: administra o Estado com mandato de quatro anos.
  5. Presidente da República: comanda o Poder Executivo federal.

Como haverá duas vagas ao Senado, cada eleitor deverá registrar dois votos em candidatos diferentes. Digitar o mesmo número duas vezes não cria dois votos para a mesma pessoa.

Como consultar o local de votação em Mato Grosso?

A consulta pode ser feita pelos canais oficiais da Justiça Eleitoral. O TRE-MT disponibiliza acesso ao serviço de local de votação, situação eleitoral, multas, justificativa e transferência temporária.

  1. Acesse a página de serviços das Eleições 2026 do TRE-MT.
  2. Selecione “Consultar local de votação”.
  3. Informe os dados solicitados com atenção.
  4. Confira zona, seção, endereço e eventual alteração.
  5. Salve a informação ou consulte novamente próximo à eleição.

O aplicativo e-Título também apresenta o local de votação e a situação do título. O eleitor deve baixar o aplicativo somente nas lojas oficiais e evitar links recebidos por mensagens.

Quais documentos levar no dia da eleição?

O eleitor precisa apresentar documento oficial com foto. Entre os documentos normalmente aceitos estão identidade, carteira de motorista, passaporte, carteira de trabalho, certificado de reservista e e-Título com fotografia. O título impresso ajuda a localizar a seção, mas não substitui a identificação exigida quando não possui foto.

Antes de sair de casa:

  • confirme endereço, zona e seção;
  • leve documento oficial com foto;
  • anote os números dos candidatos em papel;
  • verifique as regras sobre celular na cabine;
  • planeje o deslocamento com antecedência.

Como identificar desinformação eleitoral?

A campanha aumenta a circulação de vídeos recortados, pesquisas sem registro, montagens e mensagens que imitam comunicações oficiais. Antes de compartilhar, procure a origem completa, a data e a confirmação por fontes independentes.

Informações sobre registro, bens, plano de governo e contas devem ser consultadas no DivulgaCandContas. Serviços ao eleitor devem vir do TSE ou TRE-MT. Pesquisas precisam apresentar registro eleitoral e metodologia. Denúncias e investigações não equivalem automaticamente a condenação, e decisões podem ser modificadas por recurso.

Desconfie de conteúdo que pede compartilhamento urgente, omite fonte, usa imagem sem contexto ou promete vantagem em troca de dados pessoais.

Perguntas frequentes sobre as Eleições 2026 em Mato Grosso

Quantos candidatos disputam o Governo de Mato Grosso?

Na consulta realizada em 23 de agosto de 2026, havia seis pedidos de registro: Maurício Coelho, Natasha Slhessarenko, Otaviano Pivetta, Rafaell Milas, Sargento Laudicério e Wellington Fagundes.

Quando será o primeiro turno?

O primeiro turno está marcado para domingo, 4 de outubro de 2026.

Quando poderá acontecer o segundo turno?

Se nenhum candidato ao governo alcançar maioria absoluta dos votos válidos, o segundo turno será em 25 de outubro de 2026.

Quem é o atual governador de Mato Grosso?

Otaviano Pivetta ocupa o cargo e concorre à eleição pelo Republicanos.

Onde consultar a situação dos candidatos?

No portal DivulgaCandContas do Tribunal Superior Eleitoral, que reúne registro, prestação de contas, bens e documentos.

O eleitor votará em quantos candidatos ao Senado?

Em 2026, serão escolhidos dois senadores por estado. O eleitor deverá votar em dois candidatos diferentes.

Posso votar sem o título impresso?

Sim. O documento essencial é uma identificação oficial com foto. Consulte antecipadamente sua zona e seção pelo e-Título ou pelos serviços da Justiça Eleitoral.

Como justificar se eu não votar?

A Justiça Eleitoral oferece justificativa pelo e-Título e pelos canais oficiais, conforme as regras e prazos aplicáveis. O eleitor deve guardar os comprovantes.

Conclusão

As Eleições 2026 em Mato Grosso colocam seis candidaturas com experiências e propostas distintas diante de aproximadamente 2,63 milhões de eleitores. A disputa envolve o atual governador, um senador, uma médica e candidatos ligados ao setor empresarial, comunicação e segurança pública.

Até o primeiro turno, alianças, registros, pesquisas e programas podem sofrer atualizações. Por isso, o eleitor deve comparar propostas, verificar fontes e acompanhar os dados oficiais da Justiça Eleitoral. Saúde, educação, segurança, infraestrutura, preservação ambiental, industrialização e geração de emprego devem ocupar o centro do debate sobre o futuro do estado.

O MT Mais Notícias atualizará este guia sempre que houver mudança confirmada. Salve a página, compartilhe com responsabilidade e acompanhe as próximas análises sobre candidatos, pesquisas e serviços eleitorais.

Fontes: Tribunal Superior Eleitoral, TRE-MT, dados eleitorais reproduzidos pelo Nexo, lista de candidaturas publicada pelo UOL, perfis consolidados pela CNN Brasil e pesquisa MT Dados registrada sob o número MT-03773/2026.

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