Opinião • Postado em 25-01-2019

A MTI é de Mato Grosso

Gilson Nunes

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Não fosse por razões que a razão desconhece, a MTI não estaria na berlinda e na penúria de extinção por conta do Projeto do Governo Mauro Mendes. E não era só a MTI. Além da MTI, outras como a Empaer, Desenvolve Mato Grosso, Metamat, Ceasa. Nesses últimos dias, os servidores dos órgãos que estiveram na linha de frente para extinção, mantiveram-se mobilizados na Assembleia Legislativa para manifestar contra o projeto e também, para pedir apoio dos deputados contrários ao Projeto do governo.  

Democracia se faz com respeito à democracia. A maioria das audiências públicas realizadas na Assembleia Legislativa foram solicitadas pelo Deputado Wilson Santos. Segundo ele, elas são o canal de comunicação entre servidores e governo, no que tange aos projetos por eles desenvolvidos e que, ás vezes, não são vistas pelo usuário final que é a população.

A MTI está presente em quase todos os órgãos do governo. Todavia, a sociedade só se lembra que a MTI existe quando os sistemas por ela disponibilizados passam por inconvenientes de rotina do dia-a-dia. Nesse caso a MTI é lembrada de forma negativa e ineficiente. Consciente das desavenças que por ventura acontecem, a MTI, em parceira com o governo está se remodelar, se reestruturar – não que ela nunca tenha sido – e estar mais presente nas atividades propostas nas audiências e, principalmente na vida das pessoas que dela usufruem sem sabe que ela está atuante e atuando vinte e quatro horas por dia, o ano todo. Sendo assim, há de se considerar a sua viabilidade.

A maioria dos canais de comunicação de Mato Grosso, nesse intervalo de considerações inefáveis à realidade da MTI, também se mostrou um tanto quanto perdida na divulgação de informações. Cabe considerar que grande parte das matérias divulgadas eram factuais. Todavia, também não se pode dizer que elas foram maldosas e inconvenientes, posto que o burburinho de informações e surgiam num espaço de tempo ínfimo, impedindo a apuração dos fatos que originariamente deram vasão ao acontecimento. Tanto é, que é, que todas as informações veiculadas tiveram, dentro da mesma pauta, pelo mesmo canal de comunicação, versões diferentes, mas qua não interferiram na credibilidade da entidade.   

A MTI está mais viva do que nunca. Ela, desde que foi atropela por uma indução de possível extinção, aonde residia a indagação de abuso de salários, tomou fôlego, reviu suas potencialidades técnicas e administrativas, se posicionando para um lumiar de novos horizontes, novas conquistas, tendo como prioridade o governo e, principalmente, a satisfação da sociedade. 

Gilson Nunes é jornalista – gnunes01@yahoo.com.br

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