CIDADES • Postado em 18-04-2018

Caixa vai adiar entrega do Residencial Gregório Pires de Miranda em Livramento

Assessoria

/ Reprodução

A Caixa Econômica Federal anunciou que vai adiar a entrega das 100 unidades residenciais que vem sendo construídas há quase cinco anos na cidade de Nossa Senhora do Livramento pela Prosper Engenharia, através do Programa ‘Minha Casa Minha Vida’ do governo federal.

O anuncio foi feito na ultima segunda-feira (16), pelo supervisor de filial da Caixa Jian Carlos de Carvalho, à secretária de Assistência Social do município, Elizabeth de Oliveira, em reunião realizada em Cuiabá.

“A última previsão de entrega das unidades habitacionais do residencial era para o mês de maio, mas devido alguns entraves, só será possível no mês de julho, segundo a Caixa. A obra está sendo executada com lentidão e até o presente momento apresenta 88% de conclusão", ressaltou Elizabeth.

Na reunião também foram feitas orientações pela Assistente de Projetos Sociais Sênior, Jany Scarlete Marques sobre as ações a serem desenvolvidas com as famílias após a entrega das unidades.

Saiba mais

A obra teve inicio na cidade papa-banana ainda em 2013, pela Prosper Engenharia. Na ocasião a empresa prometeu entregar as unidades em 90 dias, mas não cumpriu paralisando a obras por várias vezes. A obra havia sido inicialmente orçada em R$ 6 milhões, contudo a Caixa Econômica Federal teve que fazer complemento financeiro à empresa.

Em junho do ano passado, uma comissão formada por autoridades e moradores contemplados se reuniu com representante da Caixa Econômica para cobrarem a finalização e retomada das obras. O encontro se deu em Cuiabá com o gerente regional da Caixa Econômica em Mato Grosso, José Luiz Dias. Além de moradores estiveram presente nesse encontro; o vice-prefeito de Livramento, Joemi Almeida, a secretária municipal de Assistência Social, Elizabeth de Oliveira, juntamente com os vereadores do lugar; Manoel Gonçalo e Airton de Arruda (presidente da Câmara do município).

Em agosto do mesmo ano, após os moradores contemplados com as casas se reunirem e prometerem invadir o residencial, a Prosper retomou a construção. Na época parte das casas estavam faltando apenas acabamentos como: forro, pintura e instalação de torneiras. Algumas casas já vinham sendo invadidas e saqueadas por moradores de rua e usuários de drogas.

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